Em nome de mais de treze entidades que integram o Movimento Unificado dos Servidores Públicos Estaduais (Muspe), a Assemperj encaminhou, nessa quarta-feira (8/02) ao Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro uma representação relatando os acontecimentos e os “possíveis excessos” praticados pela Polícia Militar durante a manifestação dos servidores contra o pacote de ajuste do governo estadual, no último dia 1 dde fevereiro. O Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça de Tutela Coletiva de Defesa da Cidadania do MPRJ recebeu os representantes do Muspe que entregaram a representação à promotora de Justiça Patrícia Villela. Os servidores públicos manifestaram, ainda, preocupação em relação ao ato previsto para hoje (9/02), em frente à Alerj, quando será analisado o pacote fiscal do governo do Estado e a privatização da Cedae.

Segundo Patrícia Villela, o MPRJ irá analisar as medidas cabíveis em relação à representação e distribuir às promotorias de Justiça com atribuição. “Cabe ao MP a análise dos fatos trazidos ao nosso conhecimento. Iremos distribuir a representação a todas as promotorias com atribuição, já que a estrutura orgânica do MPRJ permite a avaliação da questão sobre diversos prismas de forma integrada”, explicou.

Participaram da reunião a subcoordenadora do Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça de Tutela Coletiva de Defesa da Cidadania, Glícia Pessanha Viana; a coordenadora do Grupo de Atuação Especializada em Segurança Pública (GAESP),Viviane Tavares Henriques; o subcoordenador do GAESP, Paulo Roberto Mello Cunha Júnior; a assessora de Direitos Humanos e de Minorias do MPRJ, Eliane Pereira; e o presidente da Associação dos Servidores do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (Assemperj), Flávio Sueth, bem como o presidente do Sindsemp-RJ, Fillipe Souza e demais representantes do Muspe.

Com infornações da Assessoria de Imprensa do MPRJ

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