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Há décadas que os funcionários da maioria das empresas nacionais e do serviço público são dispensados para assistir aos jogos da Copa do Mundo de futebol a cada quatro anos. A novidade é que agora muitas empresas estão liberando também para o mundial feminino, que está ocorrendo na França desde a semana passada.

A Assemperj, seguindo sua defesa de equidade de gênero e o comportamento de outros órgãos, protocolou pedido de flexibilização do ponto eletrônico para que haja isonomia de tratamento. O presidente da Associação divulgou a iniciativa em matéria que repercutiu hoje no jornal O Dia. É a primeira vez que a Copa do Mundo feminina é transmitida em TV aberta. O pedido se sustenta com base em convenções e sobre a necessidade de mudanças de padrões socioculturais, de acordo com o perfil de modernização da atual gestão do MPRJ. Diversas entidades no Estado do Rio de Janeiro estão reivindicando a mesma pauta. 

O CNMP e o MP do Maranhão permitiram um intervalo no trabalho durante os jogos sem prejudicar o funcionamento dos seus órgãos. Pela primeira vez dezenas de empresas vão interromper seus trabalhos, algumas delas inclusive promovendo brincadeiras com seus funcionários: Boticário, Heineken e Visa vão incentivar colaboradores a assistir os jogos e promover campeonatos de embaixadinhas e videogames.

Até o fechamento da nota não recebemos nenhuma resposta do MPRJ em relação ao pedido.

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