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O presidente da Associação Nacional dos Servidores do Ministério Público (Ansemp), Aldo Clemente, se reuniu ontem (10/09) no MPRJ com o procurador-geral de Justiça, Dr. Eduardo Gussem, o secretário-geral, Dr. Dimitrius Viveiros e o chefe de gabinete da PGJ, Dr. Virgílio Stavridis. O presidente da Assemperj, Flávio Sueth, que também é vice-presidente da Ansemp, acompanhou a audiência junto com a diretoria executiva da associação.

A visita fez parte da iniciativa da nova gestão da Ansemp de ampliação do diálogo com os PGJs, a fim de estreitar as relações institucionais com os servidores em todo o país. “Esse diálogo da Administração com os servidores é importante e honroso, um canal muito importante até pelos ataques que os MPs estão sofrendo. Os servidores e membros têm que se unir em defesa do MPRJ, mesmo que discordantes às vezes, pois isso faz parte do processo democrático”, destacou Aldo Clemente, que é servidor do MPRN.

Atualmente quase todos os estados compõem a entidade nacional, que tem trabalhado em prol do fortalecimento institucional dos MPs a partir da contribuição dos servidores. Um bom relacionamento com a base, segundo o representante da entidade, é importante para o processo democrático e o recebimento das cobranças da classe ainda que muitas delas não sejam atendidas. A Ansemp aproveitou o ensejo para trazer a inquietação dos servidores em nível nacional sobre o processo de comissionamento exagerado em diversos MPs no país, bem como a necessidade de valorização da categoria.  

De acordo com o PGJ, a atual Administração continuará a manter o diálogo democrático com a categoria por meio das entidades de classe dos servidores e seguirá em busca da perspectiva de humanização do MPRJ  e  de uma atuação científica e acadêmica.

“Estamos buscando nos enxergar, então é um trabalho lento que não é fácil e contamos com a compreensão da associação e do sindicato. Procuramos falar a mesma língua, que nem sempre acontece, mas isso faz parte, inclusive em várias famílias. O mundo hoje está muito beligerante e tensionado, então é preciso ter muita calma”, afirmou Gussem.

Fotos: MPRJ.

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